Enquanto a IM(X) suspendeu a tradicional "Travessia dos Fortes", tem gaiato na internet mostrando que o (des) governador Sérgio Cabral nada. Os habitantes de Nova Friburgo e Teresópolis que o digam!
sábado, 2 de março de 2013
Depois de afundar na Bovespa, Eike Batista afunda a Travessia dos Fortes
Empresa do bilionário cancela mais tradicional prova em mar aberto do país
POR MARIA LUISA BARROS
Rio - A mais tradicional maratona aquática do país, a Travessia dos Fortes, programada para dia 31 de março, domingo de Páscoa, foi cancelada pela IMX, uma das empresas do bilionário Eike Batista e responsável pela prova de natação desde 2009.
A notícia pegou de surpresa esportistas que se preparavam para a competição de 3.800 metros entre os fortes de Copacabana e do Leme. Quem tentou se inscrever no site oficial da competição encontrou um aviso comunicando sobre a suspensão do evento.
O motivo do cancelamento não foi esclarecido pela empresa, que se limitou a divulgar uma nota: “Conforme já divulgado, a IMX trabalha no sentido de viabilizar a prova em uma outra oportunidade”.
Atletas encaram a Travessia dos Fortes na prova de 2012: competição deste ano seria realizada no fim do mês, mas foi suspensa pela organização, que não divulgou nova data | Foto: Berrix / Agência O Dia
A nova data não foi informada, mas a previsão é que a prova seja transferida para 2 de junho. A informação foi passada por Coaracy Nunes Filho, presidente da Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos (CBDA) ao pentacampeão da prova, Luiz Lima.
“O mais importante é não deixar de ter a prova, que está para águas abertas assim como a São Silvestre está para a maratona de rua”, diz o nadador Luiz Lima, que defende a realização da travessia como a competição mais democrática. “A prova reúne pessoas de todas as idades e classes sociais”, diz.
A Secretaria de Estado de Esportes e Lazer afirmou que a responsabilidade de captação de patrocínio é exclusiva do produtor do evento, no caso, a IMX.
O motivo do cancelamento seria a demora para chegar a um acordo com a emissora de TV que faria a cobertura do evento. A suspensão mobilizou as redes sociais. “É incrível como no Rio de janeiro, cidade sede da próxima Olimpíadas, o mais tradicional evento brasileiro de natação no mar é cancelado”, postou o internauta Emerson Rios.
Comunicado lacônico da IMX informa sobre o cancelamento da prova | Foto: Reprodução
Protestos contra reforma da Marina da Glória por outra empresa de Eike
O grupo EBX, do empresário Eike Batista, está envolvido em mais uma polêmica. Políticos do PSOL lançaram nesta sexta-feira um abaixo-assinado contra o projeto de reforma da Marina da Glória, no Aterro do Flamengo, que prevê a construção de um centro de convenções e de um prédio de 15 metros.
Deputados e moradores temem que o projeto que acaba de ser aprovado pelo Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) descaracterize o Aterro, que é tombado.
O deputado Marcelo Freixo propôs ao grupo EBX que apresente o projeto, em audiência pública, na Assembleia Legislativa. “A apresentação do projeto é uma forma de dar mais transparência à população sobre o que vai ser feito no local”, disse Freixo.
Desde 2010, o empresário tenta tirar o projeto do papel. Após receber inúmeras críticas, a área de intervenção foi reduzida de 40 mil para 20 mil metros quadrados.
Mas as obras ainda não podem ser iniciadas. Antes, a empresa terá que detalhar ao Iphan todas as intervenções no local. Só depois de obter aprovação para o projeto executivo é que Eike Batista terá o sinal verde para iniciar a construção. Neste domingo, haverá outra manifestação no Aterro para coletar assinaturas.
O feirão do Eike Batista continua: agora foi o Hotel Glória
A nota abaixo foi publicada pelo jornalista Lauro Jardim na coluna Radar-online no site da Revista Veja dá conta da passagem da administração do Hotel Glória (aquele mesmo hotel que recebeu R$ 200 milhões do BNDES para sua reforma, mas que não será entregue em tempo para a Copa do Mundo) para uma rede canadense que opera hotéis de luxo.
Pelo jeito, o feirão do Eike ainda não tem hora para terminar.
A OSX e o Açu: indo do sal ao espelho de fumaça

Acabo de ler no blog do Prof. Roberto Moraes (Aqui!) de uma reunião que a OS (X) está realizando no dia de hoje na Escola Municial Chrisanto Henrique de Souza para supostamente para "conversar" sobre a Lagoa do Veiga. Essa "conversa" teria como finalidade "validar as informações sobre os usos atuais e futuros e pretendidos para a lagoa".
Afora a realização "by surprise" dessa ação num momento em que há uma decisão de juiz federal impedindo a continuidade da remoção da vegetação de restinga pelas obras do estaleiro, pretender chamar uma "conversa" que valide informações sobre usos para a lagoa é um disparate. Antes de qualquer coisa seria preciso saber o que restou da Lagoa do Veiga após a construção do canal que leva ao estaleiro que a OS (X) está construindo ali.

Mas o que essa situação mostra é que a OS (X) continua tendo um entendimento muito parcial do que são suas responsabilidades sociais e ambientais no V Distrito de São João da Barra. E isso só indica que mais problemas estão por vir, com ou sem a presença da validação oferecida pela presença de instituições públicas, como é o caso da UFRJ nesta "conversa".
Como boa parte dos recursos que estão sendo usados para a construção do estaleiro da OS (X) estão vindo do BNDES, a questão que se coloca é sobre quando este outro ente público vai assumir qualquer responsabilidade sobre os danos sócio-ambientais que estão sendo cometidos com dinheiro igualmente público.
Enquanto isso, o que fica evidente é que a OS (X) passou da tentativa de tapar o sal com a peneira e passou agora a tentar criar espelhos de fumaça.
sexta-feira, 1 de março de 2013
Cícero e Regina são lembrados em aula inaugural no Centro Educacional Anísio Teixeira
Numa demonstração de que os assassinatos dos assentados Cícero Guedes e Regina dos Santos, ambos militantes do MST, não foram esquecidos, há que se registrar que a aula inaugural do ano de 2013 do Centro Educacional Anísio Teixeira, localizado no bairro de Santa Teresa, realizada nesta 6a. feira (01/03) teve como motivo a vida e a luta desses dois lutadores do povo brasileiro. O tema da aula não poderia ser mais significativo: Aos que estão de luto, aos que lutam.
Além de professores do CEAT e do deputado estadual Marcelo Freixo (PSOL) estavam presentes dezenas de alunos que puderam ouvir e participar de uma rica discussão sobre as raízes da violência no campo brasileiro e do papel central que a reforma agrária ainda ocupa no presente contexto histórico do Brasil.
Esse tipo de atividade, além de celebrar a vida dessas duas lideranças, servem para manter viva a cobrança pela apuração dos responsáveis pelos assassinatos. Mas mais do que isso, para manter viva a mensagem de compromisso com a transformação de uma realidade marcada pela profunda desigualdade econômica e social que é mantida de pé pela existência do latifúndio no Brasil.
Cícero e Regina presentes!
Rio 2016: choram os atletas, riem os especuladores imobiliários
No seminário "O Maraca é nosso" realizado pelo Comitê Popular da Copa e das Olimpíadas e pela Associação Brasileira de Imprensa (ABI) no dia 28/02, a atleta Monica Lages do Amaral, de 17 anos, que é da Seleção Brasileira Juvenil de Saltos Ornamentais, se emocionou ao falar da possibilidade de perder a única piscina adequada ao esporte no estado, a do Parque Aquático Julio Delamare, que pode ser demolida para dar lugar a um shopping e a um estacionamento.
"Estou há treze anos treinando diariamente. Tão perto das Olimpíadas na minha cidade, que pode ser a minha primeira, o processo vai ser interrompido. Querem passar a gente para o (Parque Aquático) Maria Lenk, mas lá não tem estrutura para os saltos. Só que não há ninguém preocupado com isso além da gente. O foco para 2016 não está em medalhas, mas no dinheiro", disse Monica.
Com esse tipo de depoimento, será que alguém ainda se deixa enganar sobre qual é o real foco das ações que estão ocorrendo na cidade do Rio de Janeiro sob a desculpa de apoiar a realização dos Jogos Olímpicos de 2016?
Enquanto os atletas choram, os grandes especuladores urbanos riem de orelha a orelha.
O Porto do Açu é importante para a sociedade? Só forem as SAs e LTDAs
Não é de hoje que tem gente tentando vender a idéia de que o Porto do Açu é uma espécie de redenção econômica para a região Norte Fluminense. Essa proposição vem sendo usada por vários personagens para vender a idéia de que é preciso "blindar" o empreendimento, de modo a protegê-lo de seus eventuais críticos. De quebra, os veiculadores dessa proposição não se sentem nenhum pouco sensibilizados pelas remoções forçadas de famílias inteiras, pela destruição da vegetação de restinga ou ainda menos pelo processo de salinização que hoje grassa solto pelas terras e águas do V Distrito de São João da Barra.
A última forma de venda dessa miragem geopolítica é de que o Porto do Açu é importante para a "sociedade" e por causa disso é preciso blindar o projeto, nem que isso custe os meios de vida de centenas de famílias ou dos que correm o risco de informar corretamente a situação do "empreendimento" que supostamente interessa tanto à "sociedade".
O fato, gostem ou não, é que determinados "blindadores" estão sendo mais realistas do que o próprio Grupo EB (X )que, por exemplo, já caiu parcialmente na real e passou a tratar a questão da salinização com um mínimo de transparência e cuidado.
Mas nada disso deve sensibilizar os que querem vender o peixe de que o "Porto do Açu interessa à sociedade". Mas o mais correto é que esses defensores empedernidos dissessem claramente que a sociedade a que eles se referem são as sociedades anônimas e as sociedades limitadas que são, afinal de contas, aquelas que localmente estão ganhando alguma coisa com a venda de todo tipo de coisa, incluindo uma mega bolha imobiliária que hoje inflaciona terrenos e aluguéis.
Por outro lado, o que a maioria das pessoas que fica de fora de benefícios privados está se perguntando é se isto que está fazendo no V Distrito de São João da Barra é mesmo esse tal de "desenvolvimento". E a resposta que eu tenho a oferecer é simples: só se for da venda de imóveis, móveis e outros apetrechos. O problema é que nesse ganho privado de uns poucos, o prejuízo imediato e futuro está sendo jogado nas costas do coletivo que se chama "Sociedade" e que não é nem anônima, nem tampouco limitada.
Uma última nota: se o Grupo EB (X) continuar na atual toada de dependência dos empréstimos do BNDES, o mais provável é que a redenção que uns poucos querem blindar nunca chegue a se materializar. Afinal, o BNDES ainda é banco, e como todo bom banco um dia vai querer receber a parte que lhe compete de volta.
Eike Batista, sempre ele, e o Maracanã - I e II
Após gastar mais de R$ 1,2 bilhão de reais na reforma do Estádio do Maracanã, o (des) governo do Rio de Janeiro resolveu privatizá-lo.
O que diz o Jornal O GLOBO de hoje num editorial intitulado "MARACANÃ: CURIOSO CASO DE CONCESSÃO EM QUE A EMPRESA QUE FEZ O ESTUDO DE VIABILIDADE PARTICIPARÁ DA LICITAÇÃO!"
1. O Ministério Público Federal informou ter notificado o governo do estado para que apresente, em cinco dias, o estudo de viabilidade que permitirá a concessão do complexo esportivo do Maracanã. Ou seja, o MP quer saber como os dados de investimento, despesas e receitas do estádio foram calculados. O estudo em questão foi feito pela IMX Holding S.A., do empresário Eike Batista. Caso a exigência não seja cumprida, o órgão recomendará o adiamento da licitação, já lançada.
2. Como não está havendo transparência, não podemos analisar a legalidade das ações e em que termos essa concessão será feita, disse a Procuradora. A IMX Holding saiu na frente na disputa pela concessão do Maracanã, tendo sido a primeira e, ao que se sabe, a única a apresentar um. Segundo a procuradora da República Marta Cristina Anciães, também não foi explicado, até hoje, por que o estudo foi feito por técnicos de fora e não do estado. A licitação está marcada para o dia 11 de abril.
Já o jornalista Lauro Jardim em sua coluna Radar-online informa em sua postagem intitulada "Eike e o Maracanã" informa que:
Como se vê, é a muita, mas muita, parceria "público-privada" para um estádio só. Ainda bem que o Ministério Público Federal resolveu agir e cobrar explicações para esse negócio esquisitíssimo. Antes tarde do que nunca!
OGX decepciona, mas tem interesse de asiáticos
Por Cláudia Schüffner | Do Rio
O negócio de petróleo nasceu em 2007 com planos ambiciosos que não se concretizaram até agora, apesar de a empresa ter sido responsável pela segunda maior campanha exploratória do país depois da Petrobras. Expectativas exageradas ou dificuldades com a geologia, o fato é que a OGX divulgou estimativas de reservas de óleo e gás que não se comprovaram e cuja produção está sendo mais difícil, cara e em volumes menores.
A consequência está na bolsa de valores, onde a petroleira perdeu quase R$ 25 bilhões do valor de mercado desde a oferta inicial de ações, em junho de 2008. Em 2010, Eike Batista anunciou a intenção de vender uma fatia da empresa para financiar investimentos.
As chinesas Sinopec e CNOOC avaliaram o negócio, mas tudo indica que foram inibidas pelo valor pedido muito elevado. Na semana passada, o empresário encontrou-se com executivos da estatal Petronas, da Malásia. As informações são de que estão analisando a OGX há alguns meses, mas não há indicação se, ou quando, chegarão a um acordo.
Há uma certa inquietação no mercado com a geração de caixa da companhia. No último balanço a dívida líquida da OGX era de R$ 3 bilhões e a receita no último trimestre foi de apenas R$ 150,7 milhões. Da dívida total (R$ 8,046 bilhões), a maior parte (R$ 7,9 bilhões) vence no longo prazo.
Há decepção com relação a promessas aos investidores que estão se mostrando excessivamente otimistas. A meta inicial era que a OGX chegasse em 2011 produzindo 20 mil barris diários, volume que alcançaria 730 mil barris em 2015 e 1,4 milhão de barris em 2019, volume que a Petrobras atingiu em 1999, 46 anos depois da fundação da estatal.
E os resultados da OGX são bem mais modestos. Este ano, a empresa está produzindo 13,2 mil barris de petróleo por dia no campo Tubarão Azul (antigo Waimea), na Bacia de Campos, por meio de três poços por onde jorram uma média de 4,2 mil barris por poço diariamente. O custo de produção ("lifting cost") é elevado e a média das quatro cargas de petróleo já comercializadas foi de US$ 58,58 por barril. Ao mencionar que iria produzir com custo baixo em 2010, Eike estimou que seria de US$ 8.
Só para efeito de comparação, o lifting cost da Petrobras em 2012 foi de US$ 13,92 antes do pagamento das participações governamentais. Essa diferença é explicada, em parte, pela pouca escala, mas a companhia também está gastando muito com serviços para extrair óleo. A atual produção é insuficiente para utilizar toda a capacidade da plataforma OSX-1, que é capaz de processar e armazenar 60 mil barris diários. Outro poço está sendo perfurado nesse campo.
O grandioso plano inicial previa a necessidade de encomendar 48 embarcações da empresa irmã - o estaleiro OSX - entre FPSO (de armazenamento, produção e transferência), TLWP (fixas e de completacão seca) e navios de apoio. Essas potenciais encomendas serviram de alavanca para a criação do estaleiro, que hoje tem garantida a maior parte da receita com o aluguel das plataformas alugadas para a OGX construídas no exterior (as instalações não estão prontas).
O comportamento da rampa de produção da OGX é difícil de prever, dada a difícil geologia dos reservatórios com formações de carbonatos na Bacia de Campos, cuja produção é menos homogênea. A OGX vai receber mais duas FPSOs da OSX em junho de 2014.
No segundo semestre a OGX vai começar a produzir óleo no campo de Tubarão Martelo (antigo Waikiki), até agora o melhor reservatório já descoberto na área do bloco BM-C-41. Ali será instalada a plataforma OSX-3 no segundo semestre e três poços já foram perfurados.
Em 2014 chegarão mais duas WHPs que vão acelerar a perfuração de poços (o plano de desenvolvimento prevê 14). Outras duas FPSOs estão nos planos, mas a efetivação das encomendas depende do sucesso exploratório.
Projetos de Eike dependem cada vez mais do BNDES
Por Ana Paula Ragazzi, Vera Saavedra Durão, Cláudia Schüffner e Francisco Góes | Do Rio
Desde a crise de 2008, captar recursos tornou-se uma operação mais difícil para o bilionário Eike Batista e seu rol de empresas X. O BNDES ganha cada vez mais importância no financiamento dos projetos. De 2006, quando sua primeira empresa foi listada na bolsa brasileira, a mineradora MMX, até o lançamento de ações do estaleiro OSX, em 2010, o empresário levantou R$ 13,6 bilhões em IPOs, conforme dados da Comissão de Valores Mobiliários (CVM). De 2005 até agora, o empresário obteve R$ 10 bilhões do BNDES, com os maiores empréstimos ocorrendo a partir de 2009.
A dependência de recursos oficiais pode aumentar. No momento, a MMX aguarda aprovação de financiamento de R$ 3 bilhões do BNDES para a expansão da mina de Serra Azul (MG). A operação está em análise no banco, última etapa antes da aprovação. A OSX, empresa de construção naval, também entrou com pedido para construção de plataforma de petróleo.
Há um mês, quando Eike Batista manifestou o desejo de fechar o capital da CCX Carvão da Colômbia com pagamento por meio de ações de empresas do grupo EBX, em vez de dinheiro, a intenção foi vista pelo mercado como sinal de que ele enfrenta dificuldades para obter crédito.
As cinco empresas de capital aberto da holding EBX (MMX, OGX, MPX, LLX e OSX) tinham dívida líquida consolidada de R$ 15,8 bilhões, pelos balanços do terceiro e do quarto trimestres de 2012, segundo o Valor Data. A posição do caixa no fim de 2012 era de R$ 8,3 bilhões. O valor de todas essas ações está abaixo de quando estrearam em bolsa. Uma preocupação no mercado é que o empresário teria contraído empréstimos como pessoa física nos bancos privados e dado ações de suas empresas em garantia. Diante das quedas de sua blue chip - só em 2012 a OGX desvalorizou 67,84% -, ele teria renegociado as garantias, mas estaria difícil conseguir novas linhas.
Procurado, Eike Batista não se manifestou. Por e-mail, o grupo EBX informou estar "capitalizado, com recursos suficientes para garantir a execução dos projetos desenvolvidos" e com "funding substancialmente equacionado para os próximos anos". Fonte do BNDES diz que o empresário tem ativos para vender e pagar seus empréstimos, o que já começou a fazer.
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