quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Bradley Manning: Soldado do caso WikiLeaks diz que não ajudou inimigo


FORT MEADE, EUA, 28 Fev (Reuters) - Um soldado do Exército dos Estados Unidos se declarou inocente da acusação de entregar documentos ao site WikiLeaks, no que seria o maior vazamento de segredos do governo que já aconteceu no país.

Estava previsto que o soldado Bradley Manning fosse depor à juíza militar Denise Lind antes de ir à corte marcial, a partir de 3 de junho.

Manning, por meio de seu advogado, declarou-se inocente da acusação mais grave, ajudar o inimigo. Ele enfrenta uma série de 22 acusações após ser acusado de vazar documentos sigilosos ao site WikiLeaks.

Manning, que está preso há mais de mil dias, pode pegar prisão perpétua se condenado por ajudar o inimigo.

O soldado recebeu a proposta de assumir a culpa de várias acusações de menor seriedade para o Código Uniforme para a Justiça Militar, incluindo posse ilegal e divulgação de informações acessadas na rede militar de computadores, em relação a Iraque e Afeganistão.

O soldado de 25 anos se preparou para testemunhar lendo 35 páginas de autodefesa no caso de espionagem, mas só o fará após a juíza militar Ddecidir o quanto disso ele terá permissão para ler.

(Por Barbara Goldberg)

Feirão do Eike Batista continua: agora foi a vez de MGX


Segundo o que informa hoje o jornalista Lauro Jardim em seu blog Radar on-line sediado na Revista Veja, Eike Batista continua firme e forte na venda de parte de suas empresas. Agora foi a MG (X) que teve 35% de suas ações vendidas para que Eike possa levantar dinheiro para continuar tocando os seus negócios.

Mas as próximas semanas ainda deverão ser palcos de muitas vendas no "saldão" do Eike, pois ele precisa levantar bastante dinheiro e continuar vendendo fatias de seu império parece ser a única saída que muitos analistas estão vendo para que o barco não aderne de vez. A ver.....




quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013
7:01 \ Economia

Eike vende parte de mais uma de suas empresas

Marina da Glória: fazendo caixa
Eike Batista está finalizando a venda de 35% da MGX para a BR Marinas, do empresário Antonio Carlos Lobato.
A MGX é dona da Marina da Glória, no Rio de Janeiro, que acaba de conseguir  do IPHAN a aprovação para um projeto de ampliação e reforma do local, que é tombado desde 1965. Até uma polêmica torre de escritórios será erguida no local.
Com o dinheiro da venda, ficará mais fácil para a MGX tocar as obras.

Por Lauro Jardim

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

OSX tem prejuízo de R$39,9 mi no 4o trimestre (de 2012)



A empresa do Grupo EBX havia registrado lucro de 7 milhões de reais no mesmo período do ano anterior
Sergio Moraes/Reuters
Instalação da OSX: o Ebitda da companhia ficou negativo em 9,4 milhões de reais no quarto trimestre do ano passado

A empresa de construção naval e de serviços para o setor OSX informou nesta quarta-feira um prejuízo atribuído ao acionista controlador de 39,9 milhões de reais no quarto trimestre, ante lucro de 7 milhões de reais no mesmo período do ano anterior.

No ano, a companhia do Grupo EBX, do empresário Eike Batista, reverteu o lucro de 7,6 milhões de reais para um prejuízo de 26,3 milhões de reais.

A receita de vendas de bens e serviços encerrou o quarto trimestre em 153,8 milhões de reais, ante 80,11 milhões de reais um ano antes. No fechado de 2012, a receita triplicou, para 433,7 milhões de reais.

Já o Ebitda (sigla em inglês para lucro antes dos juros, impostos, depreciação e amortização) ficou negativo em 9,4 milhões de reais no trimestre, ante um resultado positivo de 8,4 milhões de reais um ano antes.

No fechado do ano, o Ebitda ficou positivo em 40,2 milhões de reais, revertendo o resultado negativo de 50 milhões de reais em 2011.

O endividamento consolidado da companhia ao final de 2012 era de 5,5 bilhões de reais.

Quo vadis Carlos Minc? Quo Vadis INEA?


No dia 01 de Fevereiro, o sempre serelepe (des) secretário estadual do Ambiente e ex-ambientalista Carlos Minc reuniu a imprensa para dar conta das punições que seriam aplicadas ao Grupo EBX pela salinização causada nas águas superficiais do V Distrito de São João da Barra no processo de construção do estaleiro da OS (X) (Aqui!). 


Naquele dia, Carlos Minc indicou duas medidas que seriam tomadas e que até hoje não se tem notícia de quando serão executadas:

1. contato com o Laboratório de Ciências Ambientais da UENF para iniciar um processo de monitoramento conjunto do processo de salinização, e

2. pagamento de um valor ainda não definido aos produtores rurais locais impactados pela salinização.


O mais grave disso é que um número significativo de produtores que estão tendo prejuízos incalculáveis com a perda de seus plantios, além de estar sem nenhum perspectiva de quando poderão a plantar em áreas que estão literalmente esterilizadas pela acumulação de sal que ocorreu em suas terras.


Pelo que tenho acompanhado, o INEA e o serelepe Carlos Minc andam com um discurso mais pró-Porto do Açu do que os próprios representantes das empresas do Grupo EBX.   Será que Minc e o INEA  querem ser mais realistas do que o Rei (ou seja, o Grupo EBX) ?

Assim não chega a ser surpreendente que tenhamos chegado a uma situação em que não foi o órgão ambiental ou o dublê de (des) secretário e ex-ambientalista quem mostrou alguma disposição, ao menos no plano discurso, de tomar medidas objetivas para se começar a estudar o que está acontecendo com as águas e solos do V Distrito de São João da Barra !

Por essas e outras é que eu fico me perguntando sobre quando é que o IBAMA vai finalmente assumir suas responsabilidades para chamar para si as responsabilidades de emitir licenças ambientais e monitorar a efetiva implementação das medidas mitigatórias mínimas que normalmente enfeitam os EIA/RIMAs.

Finalmente, a única coisa que não pode acontecer é que os agricultores do V Distrito continuem sendo prejudicados sem nenhum tipo de compensação financeira contra as perdas que lhes foram impostas pela construção do Complexo do Açu.


28 pessoas que viviam como escravas são encontradas em fazenda de erva-mate no Paraná

Rafael Moro Martins, Do UOL, em Curitiba

Divulgação/MPT
Mulher mostra mão ferida após ser resgatada

Uma operação conjunta da Polícia Federal (PF), Ministério Público do Trabalho (MPT) e Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) libertou na última segunda-feira (25) 28 pessoas que estavam em situação análoga à escravidão numa fazenda em Inácio Martins (200 km a oeste de Curitiba). Ninguém foi preso.

Segundo a PF, os trabalhadores e filhos pequenos viviam em situação degradante, sem quaisquer condições de higiene, alimentação precária e nenhuma assistência médica em meio à mata nativa, onde faziam o corte de erva-mate.

"Soubemos do caso porque um trabalhador fugiu e relatou a situação. Na operação, vimos que o relato era verdadeiro. Nos alojamentos, faltava comida e não havia leite para as crianças. A comida era, basicamente, biju (mistura de farinha de mandioca com sal). Para enganar a fome, o empregador dava cachaça ao pessoal", informa Maurício de Brito Todeschini, delegado da PF em Guarapuava (255 km de Curitiba).
Dívida com o empregador

"Além disso, todos os trabalhadores tinham dívidas com o empregador. É o esquema usual nesses casos, em que se cobra pela comida e por alojamentos. Dessa forma, o trabalhador está sempre devendo, fica impedido e nem sequer tem dinheiro para sair dali. Fica configurado o regime de escravidão", diz o delegado.

Em audiências que serão realizadas na tarde desta quarta-feira (27), o MPT irá confirmar quem era o responsável legal pelos trabalhadores. Os proprietários da fazenda e o contratante irão responder pelo crime de Redução à Condição Análoga à de Escravo, que prevê pena de dois a oito anos de prisão.

FONTE: http://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2013/02/27/28-pessoas-que-viviam-como-escravas-sao-encontradas-em-fazenda-de-erva-mate-no-parana.htm

Amazônia ou mais carne? Ambos, com mais eficiência no campo

Segundo o engenheiro Carlos Nobre, um dos grandes dilemas do Brasil tem solução: uma pecuária mais eficiente

Vitoria Vélez, da



Rio de Janeiro - Proteger a Amazônia ou produzir carne para um mundo cada vez mais carnívoro? Este é um dos grandes dilemas do Brasil, que para o engenheiro Carlos Nobre, doutor em Meteorologia e secretário para políticas e programas de pesquisa e desenvolvimento do Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), tem solução: uma pecuária mais eficiente.

Segue um resumo da entrevista que Nobre concedeu à AFP à margem da conferência internacional de Academias de Ciências (IAP), realizada esta semana no Rio de Janeiro.

AFP – O Brasil é um dos principais emissores de gases-estufa, devido ao desmatamento. Nos últimos anos, o governo tem anunciado reduções recorde no corte ilegal. Em sua opinião, as autoridades brasileiras têm sido eficientes no combate ao desmatamento?

Nobre - Nos últimos 3 a 4 anos, a Amazônia reduziu o desmatamento em cerca de 75% e o cerrado, em cerca de 50%. Manter essas baixas taxas é um esforço permanente.

Tem muito a ver com políticas públicas, de fiscalização e controle, mas também com o fato de que a agricultura brasileira começou a se convencer de que o caminho de qualquer agricultura no mundo – e o Brasil é uma potência agrícola – é a eficiência.

O desmatamento não tinha nada a ver com eficiência. No Brasil, a média de ocupação de cabeças de gado ainda é muito baixa. São 200 milhões de hectares com 200 milhões de cabeças de gado.

Uma cabeça de gado por hectare, quando o potencial econômico de ocupação é de 3 ou 4 por hectare numa pecuária moderna. A Embrapa (nr: Empresa Brasileira de Pesquisas Agropecuárias) tem feito estudos mostrando que o Brasil poderia produzir 20% mais com 35% menos área até 2022. A palavra-chave é eficiência: a pecuária brasileira é muito pouco eficiente.

AFP – O Brasil assumiu recentemente metas ambiciosas de redução de emissões, de até 39% até 2020. Isso é factível?

Nobre - As metas são factíveis, em grande parte pela redução do desmatamento ilegal nos grandes biomas, Amazônia e cerrado (...) Como os desmatamentos diminuíram rapidamente, as estimativas de emissões em 2010 indicam uma redução de 40% com relação em 2005. O Brasil está fazendo o seu papel, mas o esforço é permanente.

Após 2020, quando teremos uma matriz de emissões muito parecida com a de países industrializados, com a maior parte das emissões de energia e agricultura e não de desmatamento, o desafio ainda é maior porque o caminho é o das energias renováveis, onde o Brasil tem enorme potencial.

A agricultura brasileira também tem enorme potencial de reduzir emissões e avançamos muito nessa área. Em 2010 foi lançado o programa Agricultura de Baixo Carbono (ABC) e os agricultores finalmente começaram, em 2012, a acessar este crédito, subsidiado para atividades agrícolas.

Todas as atividades previstas no programa ABC são de aumento da eficiência, o que eleva a produtividade e diminui as emissões. Com um programa ABC forte, as emissões da agricultura brasileira em 10 a 15 anos vão ser muito menores.

AFP – Em janeiro de 2011, grandes deslizamentos provocados por fortes chuvas na região serrana do Rio de Janeiro mataram mais de 500 pessoas. Considerando que nos próximos anos o Brasil vai sediar a Copa do Mundo e os Jogos Olímpicos, o senhor acredita que o país está preparado para reagir rapidamente a um desastre natural?

Nobre - Até o evento da região serrana do Rio, com raríssimas exceções, não se via o desastre natural como algo que pudesse ser prevenido. Aquele que foi o maior desastre natural da história do Brasil foi um divisor de águas. A partir dali, rapidamente se desenhou no Brasil o Plano Nacional de Gestão de Riscos e Resposta a Desastres naturais, lançado pelo governo em agosto de 2012, com prevenção de longo prazo, remoção de populações que vivem em áreas de altíssimo risco, diminuição de riscos com obras.

O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação lidera o sistema Alerta, que consiste em passar informação precisa para a Defesa Civil de que há riscos de deslizamentos maciços em algumas horas. Hoje são cerca de 300 municípios monitorados, com mais de 10 mil áreas de risco (mapeadas). Até 2014 serão 800 municípios. Esse novo centro tem 110 profissionais, funciona 24 hora por dia e já lançou mais de 300 alertas.

BNDES vai ajudar multinacional alemã E.ON a comprar MPX de Eike Batista



A matéria abaixo saída  do site do VALOR ECONÔMICO confirma que que a multinacional E.ON vai comprar boa parte do controle das ações de Eike Batista na MP (X), numa operação que deverá render US$ 2,5 biçhões, sendo que esta parte ficará até 35% para que os alemães não tenham que internalizar a dívida líquida da MP (X) em seu balanço.

Para ajudar Eike e a E.ON a fazer essa operação aparece o BNDESPar, braço do BNDES, que vai injetar mais recursos e aumentar sua participação nas empresas da franquia "X".

É por essas e outras que um inteligente amigo meu comparou Eike Batista a Daniel Dantas que era o queridinho da vez nos governos de FHC e que levou bilhões de recursos públicos para tocar seus negócios. Agora, nos governos de Lula e Dilma, o ungido da vez é Eike Batista. Resta ver se Eike vai conseguir vender mais empresas para conseguir vender mais empresas para salvar os seus negócios, pois esse movimento lhe renderá US$ 1,1 bilhão e a notícia que corre no mercado é que ele precisa de bem mais. 

O fato é que sempre haverá gente achando que esse foi um movimento natural de Eike que é um iniciador e não um tocador de negócios. Mas não deixe de ser sintomático que ele tenha de vender uma empresa que finalmente começava a sair da fase pré-operacional. De quebra, o que temos é o crescimento da influência multinacional no setor energético brasileiro. Como se ter a AMPLA por aqui já não fosse suficiente, agora chega a E.ON. Obrigado, BNDES!


Eike vai vender o controle da MPX para E.ON

Por Cláudia Schüffner e Ana Paula Ragazzi | Do Rio

O empresário Eike Batista está perto de vender o controle da MPX ao grupo alemão E.ON. O desenho em estudo prevê que a fatia da E.ON passe dos atuais 11,7% para um percentual que dará o controle aos alemães. Anteriormente, havia preocupação em não ultrapassar os 35%, patamar que obriga a alemã a consolidar a dívida líquida da MPX (R$ 5,4 bilhões em dezembro) em seu balanço.

Além da E.ON, outras gestoras deverão entrar na operação, comprando parte das ações do empresário e também participando de um aumento de capital que deverá injetar US$ 1,5 bilhão na empresa. Entre esses gestores, Dynamo e Gávea-J.P. Morgan deverão acompanhar a operação, além de Bradesco e BNDESPar. Outros US$ 1 bilhão irão para o bolso de Eike. No total, a operação deve alcançar US$ 2,5 bilhões, como publicado com exclusividade pelo Valor PRO, serviço de informação em tempo real do Valor.

E.ON busca sócio no Brasil para comprar fatia de Eike na MPX

Segundo Valor Econômico, companhia alemã não teria condições de comprar sozinha braço de energia da EBX


Daniela Barbosa, de 


FERNANDO FRAZAO
Eike Batista: empresário pode vender controle da MPX

São Paulo - A E.ON, companhia alemã do setor de energia, parece ter interesse em comprar o controle da MPX, de Eike Batista, mas está à procura de um sócio brasileiro para dar andamento no negócio, segundo reportagem do Valor Econômico desta quarta-feira. A empresa já detém 10% da empresa X e é a principal interessada na operação.

De acordo com o jornal, a E.ON não tem condições de sozinha fechar o negócio, pois não tem fôlego para assumir a atual estrutura financeira da MPX, que soma dívida de mais de 5 bilhões de reais. O BNDES, que já tem 10,34% das ações da companhia de Eike, pode ser um dos parceiros da empresa alemã nessa operação, disse o Valor.

Caso consiga um sócio, a E.ON compraria ações até uma fatia que lhe permitisse o controle da MPX e Eike colocaria quase toda a sua participação à venda, o que representa mais de 53% de ações e vale mais de 3 bilhões de reais.

Cerca de um ano atrás, a E.ON se tornou parceira da MPX por meio de uma joint venture entre as duas companhias, com investimento de 850 milhões de reais. Na ocasião, o empresário brasileiro chegou a declarar que se tratava do casamento perfeito a união das duas empresas.

Açu: o Grupo EBX ainda tenta tapar o sal com a peneira


A leitura da matéria produzida pelo site URURAU sobre a reunião que houve ontem nas dependências da UENF para tratar o processo de salinização causada pelas obras que a OS(X) está construindo no Complexo do Açu em São João da Barra (Aqui!) traz declarações do gerente de Saúde, Meio Ambiente e Segurança da empresa que mostram que o golpe ainda não foi totalmente assimilado.

Vejamos uma dessas declarações:

“na verdade isso [salinidade] não é um problema, mas sim um evento que ocorreu e que foi previsto, no código do Estudo de Impacto Ambiental (EIA) e respectivo Relatório de Impacto Ambiental (RIMA) da empresa, não com esses impactos especificamente nessa localidade. Mas, imediatamente o grupo adotou e vem adotando várias ações que estão sendo tomadas no momento para tentar minimizar esses efeitos”.

Bom, se a salinidade não é um problema, por que as atividades que a causaram foram suspensas? E mais se está tudo tão previsto no EIA/RIMA, por que o presidente da OS(X) teve de ir na UENF tomar pé dos resultados das pesquisas que foram realizadas pelo Laboratório de Ciências Ambientais? 

E o interessante é essa tentativa de separar problema e evento que está embutida na declaração do gerente da OS(X). Ora, independente da duração do evento, o fato é que este gerou um problema grave o suficiente para a própria empresa se adiantar ao MPF e suspender as atividades que causaram o problema!

O que fica evidente é que ainda está se tentando tapar o sal com a peneira. Mas cada vez mais essa tentativa se mostra inócua, e as engrenagens já estão girando. A ver os próximos capítulos dessa novela salgada.

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

MST convida para ato no Acampamento Luiz Maranhão em memória de Cicero e Regina




O MST convida toda sociedade para participar do ato ecumênico em homenagem aos companheiros Cícero Guedes e Regina dos Santos no Acampamento Luís Maranhão no dia 28 de fevereiro às 15 h.