segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Regina Duarte também tem medo de índio


Por Leonardo Sakamoto




A atriz global e pecuarista Regina Duarte, em discurso na abertura da 45ª Expoagro, em Dourados (MS), disse que está solidária com os produtores e lideranças rurais quanto à questão de demarcação de terras indígenas e quilombolas no estado.

“Confesso que em Dourados voltei a sentir medo”, afirmou a atriz, neste domingo (18), com referência à previsão de criação de novas reservas na região de Dourados. “O direito à propriedade é inalienável”, explicou ela, de forma curta, grossa e maravilhosamente elucidativa o que faz do BRASIL um brasil. Em verdade, ela deve estar sentindo medo desde a campanha presidencial de 2002…

(O deputado Ronaldo Caiado, principal defensor desses princípios, deveria cobrar royalties de Regina Duarte… Inalienáveis deveriam ser o direito à vida e à dignidade, mas terra vale mais que isso por aqui.)

“Podem contar comigo, da mesma forma que estive presentes nos momentos mais importantes da política brasileira.” Ela e o marido são criadores da raça Brahman em Barretos (SP).

Dos 60 assassinatos de indígenas ocorridos no Brasil inteiro em 2008, 42 vítimas (70% do total) eram do povo Guarani Kaiowá, do Mato Grosso do Sul, de acordo com dados Conselho Indígenista Missionário (Cimi). “Ninguém é condenado quando mata um índio. Na verdade, os condenados até hoje são os indígenas, não os assassinos”, afirma Anastácio Peralta, liderança do povo Guarani Kaiowá da região.

“Nós estamos amontoados em pequenos acampamentos. A falta de espaço faz com que os conflitos fiquem mais acirrados, tanto por partes dos fazendeiros que querem nos massacrar, quanto entre os próprios indígenas que não tem alternativa de trabalho, de renda, de educação”, lamenta Anastácio Peralta.

A população Guarani Kaiowá é composta por mais de 44,5 mil. Desse total, mais de 23,3 mil estão concentrados em três terras indígenas (Dourados, Amambaí e Caarapó), demarcadas pelo Serviço de Proteção ao Índio (criado em 1910 e extinto em 1967), que juntas atingem 9.498 hectares de terra. Enquanto os fazendeiros, muitos dos quais ocuparam irregularmente as terras, esparramam-se confortavelmente por centenas de milhares de hectares. O governo não tem sido competente para agilizar a demarcação de terras e vem sofrendo pressões até da Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária (CNA). Mesmo em áreas já homologadas, os fazendeiros-invasores se negam a sair – semelhante ao que ocorreu com a Raposa Serra do Sol.

É esse massacre lento que a pecuarista apóia, como se as vítimas fossem os pobres fazendeiros. Só espero que, na tentativa de apoiar a causa, ela não resolva levar isso para a tela da TV, em um épico sobre a conquista do Oeste brasileiro, nos quais os brancos civilizados finalmente livram as terras dos selvagens pagãos.


Os sete países mais vulneráveis às mudanças climáticas
Efeitos das alterações bruscas do clima são sentidos em todo o mundo. Foto: Eskinder Debebe/UN
Novo relatório aponta os locais onde as consequências das mudanças climáticas serão mais severas — e também a relação entre as desigualdades internacionais e a capacidade de lidar com futuros problemas

Sete países de economias diferentes, distribuídos por regiões distintas do globo, mas com um ponto em comum: a vulnerabilidade quando o assunto são as mudanças climáticas. O que os difere, nesse sentido? A capacidade para lidar com o problema. Isso é o que mostra um novo relatório da consultoria britânica de risco Maplecroft, divulgado na sexta-feira, 24 de agosto, pela Exame.
O relatório destaca que, embora os desastres naturais ocorram em todo o mundo, a todo o tempo, alguns países acabam sofrendo menos com os estragos por conta da capacidade de recuperação. Embora a maior parte do Japão (40% da população) esteja mais susceptível a enfrentar ciclones tropicais do que as Filipinas, por exemplo, se ambos os países sofressem eventos semelhantes, morreriam 17 vezes mais pessoas nas Filipinas que no Japão, segundo estimativas da ONU.
O nível de risco foi calculado por meio de uma série de fatores, incluindo a robustez econômica, a força de governança e a infraestrutura. Conheça o Top 7:
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Situação da Índia é agravada por um alto grau de pobreza. Foto: Getty Images

7) Índia
O segundo país mais populoso do mundo é também um dos mais vulneráveis aos desastres naturais. Quase toda a Índia tem um grau elevado ou extremo de sensibilidade, devido à pressão da população e seu ritmo de crescimento econômico, que gera tensão aguda na demanda por recursos naturais.
Esta situação é agravada por um alto grau de pobreza, sistema de saúde precário e dependência agrícola de grande parte da população. Para não falar da insegurança energética – grande consumidor de combustíveis fósseis baratos, como carvão, que contribuem fortemente para as altas emissões, a Índia enfrentou um apagão histórico em agosto, que deixou mais da metade do país no escuro. Uma catástrofe natural de grandes proporções pode afetar profundamente a economia indiana.
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A rápida urbanização agrava o problema nas Filipinas. Foto: Getty Images

6) Filipinas
As Filipinas são um país especialmente suscetível ao aquecimento global, com consequências que refletem direto na economia e na segurança alimentar do país. A consultoria destaca alguns fatores que têm contribuído para a maior incidência de desastres, como níveis de precipitação alta, a rápida urbanização e o desmatamento ilegal, que expõem o solo à degradação.
Eventos climáticos extremos afetam uma de suas principais atividades agrícolas, o cultivo de arroz, grão também onipresente na dieta da população local. Segundo o Banco de Desenvolvimento Asiático, se não forem tomadas medidas para adaptar o país aos efeitos das mudanças climáticas, a produção de arroz do país pode cair até 70% até 2020. O problema é que o país é relativamente fraco na hora de se preparar para responder às emergências.
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Exposição aos furacões é uma constante no México.
Foto: Wikimedia Commons

5) México
A exposição aos furacões é uma constante no México, principalmente nos litorais do país com o Atlântico e o Pacífico. A cada ano, o aumento da frequência de perdas econômicas causadas por esses fenômenos vem afetando profundamente a produção agrícola.
Há mais de duas décadas sem receber ajuda relevante do governo, o setor agrícola carece de investimento em diversos fatores de produção, de maquinaria à logística.
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Taiwan sofre com terremotos e tufões. Foto: Getty Images

4) Taiwan
Terremotos e tufões são os dois principais riscos naturais em Taiwan. Na segunda semana de agosto, o governo determinou a retirada de 3.000 pessoas e mobilizou centenas de soldados ante a aproximação do tufão Tembin, que ameaça a ilha com fortes ventos e chuvas torrenciais. A exposição do país a fortes ciclones tropicais foi demonstrada pelo tufão Morakot, em agosto de 2009.
O impacto econômico da tempestade foi limitado porque a maioria dos danos se concentraram nos setores da agricultura e do turismo, que compreendem uma porção relativamente pequena de produção global da economia do país. Mas, segundo o relatório da Maplecroft, o custo e as implicações do tufão Morakot teriam sido substancialmente maiores se as tempestades atingissem áreas chaves de produção, como os centros industriais.
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Boa parte da produção econômica chinesa se concentra ao longo da zona costeira, área exposta a terremotos. Foto: Getty Images

3) China
Dada a escala da economia, um evento extremo apresenta riscos significativos que vão além das fronteiras do país. O relatório da Maplecroft destaca que boa parte da produção econômica se concentra ao longo da zona costeira no Leste da China, em particular em torno do Mar Amarelo, área exposta a terremotos.
O perigo no gigante asiático mora próximo de seus rios, incluindo o Yangtsé, o maior do país. Em dias de fortes chuvas, eles transbordam, inundam as cidades e estragam plantações. A classificação da China entre os países sob “risco extremo” reflete a exposição econômica chinesa a este e outros desastres naturais.
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Os incêndios devastadores, como o que atingiu o Colorado em junho, tornam-se cada vez mais constantes nos EUA. Foto: Getty Images

2) Estados Unidos
Classificado pelo relatório como país de “risco extremo”, os Estados Unidos ocupam a segunda posição no ranking de maior exposição aos desastres naturais. A temporada de furacão norte-americana de 2011 foi uma das mais intensas da história dos EUA, com mais de 1.100 tornados registrados.
Os incêndios devastadores, como o que atingiu o Colorado em junho, são outra constante na região, e também a seca, que chegou a níveis recordes em 2012, afetando o preço dos grãos em todo o mundo. Mas, segundo o relatório, esses eventos extremos são contrabalanceados por um sistema eficaz de infraestrutura do governo e boa resiliência socioeconômica, ou seja – o país é capaz de recuperar bem dos danos e perdas causadas pelas tempestades severas e tornados.
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Em números gerais, o tsunami no Japão foi o evento sísmico global mais caro da história. Foto: Getty Images

1) Japão
A exposição da economia japonesa aos perigos naturais é avaliada como de “risco extremo” pela Maplecroft. Por ser a terceira maior economia do mundo, um desastre de grande magnitude, como o tsunami que atingiu o país em março de 2011, causa impactos financeiros que podem ser sentidos mundialmente.
Os danos na usina nuclear de Fukushima afetaram o fornecimento de energia para a região, mas também a produção industrial. Em números gerais, o tsunami no Japão foi o evento sísmico global mais caro da história, com custo estimado em 210 bilhões de dólares.
No entanto, ressalta a Maplecroft, o país tem resiliência exemplar e os esforços de construção e reconstrução garantem a retomada do crescimento econômico.


A UENF ESTÁ EM GREVE? A CULPA É DO CABRAL!


Em um dia em que o campus Leonel Brizola deveria estar fervilhando com o reinício das aulas, o que se viu hoje foi o mais completo silêncio. O problema é que forçados pelo descaso e a indiferença do governo do Rio de Janeiro, professores e servidores resolveram cruzar os braços até que o governo Sérgio Cabral aceite iniciar uma discussão séria sobre os graves problemas salariais e de custeio que afligem a UENF neste momento.


Como no caso da UERJ, a palavra de ordem na UENF é: NEGOCIA, CABRAL!





domingo, 26 de agosto de 2012

EUA exportaram mais armas em 2011 que nunca, somando US$ 66,3 bilhões





Washington, 26 ago (EFE).- Os Estados Unidos exportaram em 2011 mais armas que nunca, com um total de US$ 66,3 bilhões em cargas que se destinaram sobretudo a aliados no Golfo Pérsico, que argumentam que precisam se defender de um possível ataque do Irã, informou neste domingo "The New York Times".

As exportações americanas representaram quase 78% do mercado mundial de armas, no qual o segundo maior vendedor é a Rússia, com US$ 4,8 bilhões, segundo um relatório entregue na sexta-feira ao Congresso e publicado hoje na edição digital do jornal.

O número de vendas é o triplo do total de 2010, quando foram exportados US$ 21,4 bilhões, e é "o maior valor total em um ano da história das exportações de armas dos Estados Unidos", segundo o relatório, elaborado pelo Serviço de Investigação do Congresso - uma entidade independente.

Os maiores clientes foram Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos e Omã, que compraram, sobretudo, sistemas de mísseis avançados e aviões de última geração.

Entre as vendas para a Arábia Saudita, que somaram US$ 33,4 bilhões, está o maior acordo militar já assinado pelos EUA, que vendeu ao país 84 novos aviões de combate F-15, atualizou outras 70 aeronaves e ofereceu três tipos de helicópteros: 70 Apaches, 72 Black Hawks e 36 Little Birds.

Os Emirados Árabes Unidos compraram US$ 4,42 bilhões em armas, entre eles US$ 3,49 bilhões em um escudo antimísseis avançado e US$ 939 milhões em 16 helicópteros "Chinook".

Omã, por sua vez, comprou 18 aviões de combate F-16 por US$ 1,4 bilhão, entre outras armas que a região acumula com o argumento de se defender de um possível ataque do Irã.

Além disso, os EUA venderam US$ 4,1 bilhões de dólares em aviões C-17 à Índia, e outros US$ 2 bilhões em baterias antimísseis Patriot para Taiwan, em um acordo muito criticado pelo governo chinês. EFE

sábado, 25 de agosto de 2012

A Reforma agrária: uma tarefa inescapável mesmo em tempos de neoliberalismo a la PT 

Marcos A. Pedlowski, artigo publicado no número 259 da Revista Somos Assim


Um alienígena que estivesse retornando à Terra após um intervalo de uma década talvez pensasse que aterrissara na dimensão errada. Afinal, as últimas semanas têm sido muito peculiares quanto à trajetória do Partido dos Trabalhadores e de sua ação política, particularmente nas políticas anunciadas pelo governo federal. Falo aqui da dualidade de práticas nas relações com grandes empreiteiras e com o funcionalismo federal; de um lado, a presidente Dilma Rousseff acaba de anunciar um generoso pacote de R$ 133 bilhões para a área de transportes, no qual a iniciativa privada será a grande beneficiada. Já no trato com os servidores federais em greve, o que tem se visto é uma ação truculenta que ameaça cortar o ponto e manter salários congelados. O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, chegou inclusive a proferir uma declaração digna dos piores momentos aloprados do PT nos últimos anos, quando declarou que embora os professores das universidades fossem ter seus salários suspensos, mesmo assim ainda teriam que repor o calendário de aulas, o que representou um flerte inédito com o trabalho escravo. 

Falando em trabalho escravo, a mais nova apoiadora do governo Dilma, a dublê de senadora e latifundiária Kátia Abreu (PSD/TO), mostrou uma admiração pela ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, que também deixaria o nosso alienígena embasbacado. Num dos muitos encontros que teve com representantes do governo Dilma nos últimos meses, Kátia Abreu afirmou que finalmente o Brasil tinha uma ministra na área ambiental que se preocupava com o desenvolvimento. Este tipo de cumprimento vindo daquela que já recebeu o inglório troféu “motosserra de ouro” deixaria os petistas sobressaltados em outros tempos. Mas agora isto talvez não fique nem próximo de acontecer, pois o pragmatismo petista resolveu abraçar até os líderes mais duros do latifúndio arcaico que ainda domina o congresso nacional. Deste modo, qualquer sinalização do PT de que vá reagir às contínuas tentativas da bancada ruralista de afrouxar ainda mais a legislação ambiental não passará de encenação. A verdade nua e crua aparece nas fotografias em que Dilma Rousseff e Kátia Abreu aparecem em entreolhares e muito sorridentes. George Orwell e seu épico “A Revolução dos Bichos” não poderia ter sido mais profético. 

Mas a capitulação do PT à agenda neoliberal não para na área ambiental, e se manifesta ainda mais claramente na questão da reforma agrária. O fato é que o governo Dilma enterrou de vez qualquer resquício de compromisso em mudar a trágica situação fundiária brasileira. A aposta do PT, e o kit da felicidade que as empreiteiras acabam de receber na área de transportes, é cada vez mais aprofundar a dependência da balança comercial brasileira da exportação de commodities agrícolas e minerais. Neste cenário, qualquer menção à reforma agrária será apenas para criar uma distração para aqueles setores da esquerda e da intelectualidade brasileira que aceitam ser tratados como parvos pelo PT. A verdade, mais uma vez ela, é que o atual governo corre da questão da reforma agrária como o vampiro corre do colar de alho e da estaca. 

A questão que poderia ser levantada é sobre como ficamos em função deste giro estratégico do PT em direção contrária à de suas bandeiras históricas. Só para ficarmos ainda na área da agricultura, os dados sobre importação de alimentos evidenciam que estamos sendo empurrados para o precipício. A FAO, agência da ONU que cuida da área agrícola e dos alimentos, vem insistentemente alertando para a iminência de uma nova crise mundial no abastecimento. A FAO tem ido mais longe e desaconselhado o uso de determinadas culturas para a produção de biocombustíveis, destacando-se o milho e a soja. 

E qual tem sido a resposta do governo Dilma aos alertas da FAO? Nenhuma! Como consequência desta dificuldade do governo do PT de ouvir qualquer coisa que vá de encontro às suas políticas de colaboração com o latifúndio, o Brasil está tendo de importar quantidades cada vez maiores de alimentos. O problema é que a qualquer momento, países que hoje exportam alimentos para o Brasil, como a China e a Tailândia, podem decidir suspender suas vendas em nome do abastecimento dos seus próprios mercados internos. Se isto acontecer, a ida aos supermercados e feiras se tornará um ato extremamente oneroso, ao menos para aqueles que ainda conseguirão pagar. 

Por essas e outras é que não devemos nos deixar distrair por supostas querelas como é o caso do propalado julgamento do caso do “Mensalão” ou da natimorta CPI do Cachoeira. Todas essas questões são meras distrações e são criadas justamente para que não façamos as discussões que estão aí pedindo para serem feitas. E até esse momento, o PT e o PSDB estão juntos e sendo apoiados por seus partidos satélites, como o PMDB e o DEM, na tentativa de jogar fumaça em nossos olhos. É que nessa salada partidária, apesar de todas as eventuais diferenças, a aposta é que continuaremos a não ver um grande acordo sendo feito para impedir as mudanças estruturais que o Brasil necessita urgentemente realizar. Começando pela realização de uma reforma agrária ampla, massiva, geral e irrestrita.
ACADEMIA DE FILOSOFIA DA OPUS DEI ENTREGA TÍTULO DE DOUTOR HONORIS CAUSA FAJUTO À KÁTIA ABREU




Alguém já ouviu falar de uma tal "Academia Brasileira de Filosofi"a (Aqui!)? Pois bem esta "academia" é uma entidade fajuta, controlada pela Opus dei, do Brasil, e liderada por um advogado publicamente identificado com eles, que é o sr. Ives Gandra Martins.


Pois bem, agora esta "academia" criou um titulo Honoris Causa (ainda que nem seja uma universidade) e agora decidiram entrega este "título" à sua líder, a dublê de latifundiária e senadora, a senhora Kátia Abreu (ex-DEM e atual PSD de Tocantins).

Certamente o titulo fajuto cabe bem à senhora Katia Abreu por seus relevantes estudos de Psicologia, área que é formada pela Universidade Católica de Goiás

Tudo a ver! Se bem que o "titulo" poderia ser também chamado " me engana que eu gosto"!



Presidente da CNA/FAET recebe Título Doutor Honoris Causa da Academia Brasileira de Filosofia


Assessoria de Comunicação CNA


A senadora Kátia Abreu foi escolhida para receber a honraria por sua luta em defesa da liberdade e pela reconhecida liderança, nacional e internacionalmente

A presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do Tocantins (FAET), senadora Kátia Abreu, será agraciada, na segunda-feira (27/08), pela Academia Brasileira de Filosofia, com o título Doutor Honoris Causa. A entrega será feita pelo Professor Doutor Ives Gandra Martins, durante a abertura solene do Libertas XXI, que, em sua terceira edição, traz o tema “Liberdade e Democracia no Novo Século”. O evento será realizado nos dias 27 e 28, em Palmas, no Tocantins. A abertura está marcada para segunda-feira, às 13h30. 

A senadora Kátia Abreu foi escolhida para receber a honraria por sua luta em defesa da liberdade e pela reconhecida liderança, nacional e internacionalmente. “É com muita honra que a Academia vem outorgar o título de Doutor Honoris Causa à emblemática senadora Kátia Abreu, que é a grande líder da política brasileira contemporânea, destacando-se na defesa da liberdade, da cidadania e do desenvolvimento com paz no campo e nas cidades”, afirmou o presidente da Academia Brasileira de Filosofia, Professor Doutor João Ricardo Moderno. 

A presidente da CNA/FAET integrará um grupo seleto de homenageados pela Academia. Oito pessoas já receberam o título, entre elas o vice-presidente da República Michel Temer; a ministra Ellen Gracie, ex-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF; e o filósofo francês Emmanuel Faye. O título é concedido após aprovação do nome do homenageado por um conselho da Academia Brasileira de Filosofia e a partir de reunião da diretoria e acadêmicos. 

EVENTO - O Libertas XXI é um evento realizado pela Academia Brasileira de Filosofia desde 2010, tendo como principal objetivo discutir liberdade e democracia. Esta é a primeira vez que o evento é realizado no Tocantins em parceria com sistema FAET/ IFAET/SENAR. Durante dois dias, mais de 15 palestrantes de renome nacional e internacional debaterão a liberdade em seus diferentes aspectos. O evento acontece nos dias 27 e 28, no auditório do Tribunal de Contas do Estado, em Palmas.
E PARA COMPLETAR A TRILOGIA PÓS-DRAMALHÃO: THIS IS THE END, COM "THE DOORS"

Entre dramalhão mambembe, esgoto jorrando e lixo a céu aberto, com uma passada pelo Coronel Kurtz, eis que lhes ofereço uma trilha sonora que me parece pertinente: This is the End!

Pelo menos, a música é da melhor qualidade. Em tudo, há salvação!


E PARA QUEM NUNCA VIU, AI VAI.... "THE HORROR, THE HORROR"

Para quem nunca viu, eis a cena do filme Apocalipse Now em que o renegado Coronel Kurtz é morto, proferindo antes de morrer a célebre frase "The horror, the horror.

Fecha o pano!



ESGOTO JORRANDO E LIXO JOGADO A CÉU ABERTO: OS DEVIDOS CONTRAPONTOS AO DRAMALHÃO MAL ENJAMBRADO DOS GAROTINHO: É O HORROR, O HORROR.....


Enquanto centenas de pessoas foram arrastadas para uma encenação mambembe de indignação, eis que o esgoto continua jorrando e o lixo fica jogado a céu aberto na obra que não parece nunca querer terminar aqui na Avenida Sete de Setembro.

Eu diria que não há melhor retrato para espelhar a farsa que está se encenando, visto que o indeferimento da candidatura da dupla Rosinha/Chicão Oliveira é algo sabido até pelos mais inocentes dos campistas.

Como diria o Coronel Kurtz [personagem de Marlon Brando], em Apocalypse Now, de Francis Ford Coppola (1979): " O horror, o horror".






sexta-feira, 24 de agosto de 2012

NOTA DE REPÚDIO DO COMANDO DE GREVE DA ADUENF À VIOLÊNCIA COMETIDA PELO BATALHÃO DE CHOQUE NO CAMPUS DA UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO



Lamentavelmente no dia de ontem (23 de Agosto), o governo do estado do Rio de Janeiro enviou a tropa de choque da Polícia Militar para o interior do campus da Universidade Estadual do Rio de Janeiro. Durante esta ação violenta e descabida, bombas de efeito moral e de gás lacrimogêneo foram atiradas contra os estudantes e funcionários da nossa querida UERJ. Essa profanação do espaço universitário teve como justificativa a repressão de uma passeata dos estudantes na região do entorno da UNIVERSIDADE. Essa é a forma com que o governador Sérgio Cabral negocia com as categorias, categorias estas que sistematicamente têm colocado, de forma pacífica, as suas reclamações.

O Comando de Greve da ADUENF vem a público para prestar solidariedade para com os nossos colegas da UERJ e para repudiar de forma contundente este comportamento lamentável e ditatorial do Governo do Estado do Rio de Janeiro e da reitoria da UERJ. O mais lamentável neste caso é que a reitoria da UERJ que deveria zelar pela inviolabilidade do campus universitário, permitiu de forma explicita que os membros da sua comunidade universitária, que apenas exerciam o direito constitucional da livre expressão, fossem covardemente atacados dentro do campus Universitário.

O diálogo sempre é a melhor solução para qualquer conflito, e quando o Estado recorre à força bruta seus representantes abrem mão de séculos de evolução da espécie humana para apenas depender do uso da violência ilegítima.

Mais uma vez fica claro a importância do ato de amanhã no centro da cidade de Campos, onde iremos solicitar o apoio da população de Campos à nossa própria luta por melhores salários e pelo correto financiamento das universidades públicas estaduais. A população de Campos dos Goytacazes precisa tomar conhecimento dos fatos que estão acontecendo, precisa saber do desinteresse do governo Cabral em resolver os problemas que estão ocorrendo dentro das universidades estaduais; precisa saber das nossas justas demandas e que estamos tentando negociar a mais de um ano. Tudo isso para evitar que, sabendo que contamos com o apoio da população campista, o governo Cabral pese muitas vezes as consequências de seus atos, antes de mandar a tropa de choque também para dentro da UENF, ou a agredir covardemente os nossos estudantes.


TODO APOIO À LUTA DA COMUNIDADE UNIVERSITÁRIA DA UERJ!
PELO FIM DA REPRESSÃO, NEGOCIA CABRAL!
UENF DE NOVO NA RUA, CABRAL A CULPA É TUA!


Campos dos Goytacazes, 24 de Agosto de 2012.


COMANDO DE GREVE DA ADUENF